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Para tentar reabrir lojas, Havan passa a vender arroz e feijão

Famosa por vender utensílios domésticos e eletrônicos, a rede de lojas Havan adotou a estratégia de vender arroz, feijão, macarrão e óleo como uma forma de ser incluída na lista de estabelecimentos que prestam atividade essencial durante a pandemia do coronavírus.

Segundo a Folha de São Paulo, os alimentos passaram a ser vendidos nas prateleiras das lojas há pouco mais de duas semanas e o estoque é sempre baixo. A reportagem conta que na última segunda-feira (18) a unidade da rede em Ribeirão Preto vendia apenas 20 pacotes de feijão, 18 de arroz, 12 garrafas de óleo, 21 de milho verde, 17 de ervilha, 12 de molho de tomate e cinco de salsicha.

A rede do empresário Luciano Hang, aliado fervoroso do presidente Jair Bolsonaro, têm alegado em ações judiciais que é um supermercado e não uma loja de departamentos e deve ser considerada um serviço essencial.

São 143 lojas da rede em todo o País, sendo que 16 estão fechadas exatamente em regiões onde não houve flexibilização das regras de isolamento social, como São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Pará e Acre. Em Araçatuba e Lorena, no interior de São Paulo, a justiça concedeu liminar para as lojas abrirem.

Em entrevista à NSC, Hang afirmou que a empresa tem registro de hipermercado e, logo, tem permissão para vender alimentos: “Como somos de loja de departamentos, venderemos o que nos interessa. Ninguém pode nos tolher essa liberdade, vendo na minha loja o que eu quero. Hoje tem loja vendendo álcool gel, máscara. Quem vai na minha loja, vai ter o que quer comprar”.

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