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Geral Quirino Ribeiro

A Semana do Trânsito

O Brasil apresenta estatísticas perversas do trânsito, o que faz com que o tema seja tratado com extrema atenção

23/09/2020 09h44
Por: Redação
A Semana do Trânsito

SEMANA NACIONAL DO TRÂNSITO     
Esta semana comemoramos uma data importante, com uma vasta agenda, por tratar-se de um tema que carece de atenção da sociedade e das instâncias de poder. Antes da pandemia, o Brasil, de novo, apresentava números perversos no trânsito. De janeiro a março de 2020, foram registrados 89.028 acidentes, sendo 9.298 com morte e 59.726 que resultaram em invalidez permanente. Há outros dados, mas estes são suficientes para uma ampla discussão. com uma ampla agenda, envolvendo temas de todos os matizes, todos eles apontando para a necessidade não apenas de um debate permanente, mas de ações mais objetivas para mudar essa realidade.

DURANTE A PANDEMIA DO CORONAVÍRUS
Os números foram mais modestos, mas trata-se de uma situação provisória, bastando ver as ruas e as rodovias neste ciclo de flexibilização. O novo normal virou normal, como se nada estivesse acontecendo e como se o vírus já tivesse sido extirpado pelas vacinas. No trânsito, a situação é a mesma. As metrópoles retomaram os velhos e conhecidos congestionamentos e, com eles, a perversa rotina de acidentes e também em Santa Catarina, têm a necessidade de manter o tema numa agenda permanente, que passa, necessariamente, pela educação no trânsito e por medidas que facilitem a mobilidade.

OS NÚMEROS CRESCEM
Em proporção geométrica também nas rodovias, com não apenas o abuso de usuários guiando veículos cada vez mais rápidos, mas também pelas condições das vias. Salvo exceções, a maioria das estradas tem problemas de sinalização e desconhece áreas de escape, e nem todas são duplicadas. O Brasil tem uma das maiores malhas, mas poucas podem ser consideradas de padrão internacional.

A SOMA DESSES FATORES
Se reflete nas estatísticas. A Covid-19, com seus números perversos, exigiu a atenção global diante de sua letalidade e grau de contaminação, mas o trânsito também é um desafio, que, ao contrário da pandemia – que busca com pressa uma vacina -, ainda enfrenta a leniência das autoridades. A educação no trânsito tornou-se apenas uma expectativa, enquanto as políticas de mobilidade aparecem mais no ciclo de campanha do que durante as gestões.

A OPERAÇÃO LAVA JATO
Segue seu trabalho e apresenta nova denúncia contra o ex-presidente Lula. É a primeira vez que Lula é acusado por lavagem de dinheiro? Entre 2013 e 2014, R$ 4 milhões da Odebrecht foram repassados ao Instituto Lula, a origem do dinheiro eram contratos da Petrobras, fraudados em licitações. Se até hoje nada ficou esclarecido, passados mais de seis anos, alguém acredita que vai dar em alguma coisa? Em breve, estaremos estarrecidos com as fraudes em contratos sem licitação por ocasião da Covid. Até a denúncia, investigação e possível punição, os crimes estarão prescritos. Assim os filmes se sucedem no Brasil, sem final feliz para aqueles que pagam a conta da roubalheira.

LEI DA OFERTA E PROCURA
Os preços do arroz nas gondolas dos supermercados, que foi pauta em toda a mídia nacional, com acusações e interpretações distorcidas, onde se procurou achar culpados de um problema que é igual no mundo inteiro: a lei da oferta e da procura. Uma lei irrevogável “nem pelo Papa”. Aumentou a demanda – por diversos motivos já divulgados – subiu o preço.

NÃO ADIANTA PROCURAR O SETOR CULPADO.
A mídia que gosta de polemizar já tentou jogar um contra o outro. Produtores contra consumidores, e ainda querendo atribuir culpa ao governo. Ainda bem que hoje temos um governo que não age sobre pressão só para agradar as massas. A ministra da Agricultura Tereza Cristina foi direta. “Não vamos tabelar preço”. Temos que buscar oferta e não intervir no mercado. O presidente da República deu o respaldo. Nada adianta os supermercados dizerem que é culpa do setor produtivo e esse culpar o varejo. Precisamos é de aumentar a oferta. Essa oferta vem com maior produção, essa com mais produtividade e incentivos. 

A ÁREA DE ARROZ PLANTADA NO BRASIL
Caiu muito nos últimos anos por falta de renda na atividade. Por longo período os produtores ficaram perdendo dinheiro no cultivo e ninguém veio na mídia defender o produtor. Apenas se aproveitaram da situação para aumentar suas vendas a preço baixo. Toda pessoa de sã consciência sabe que o arroz é um alimento barato, por isso muito consumido em todas as camadas sociais.

PORTANTO, ACUSAR OS PRODUTORES
Pelo preço do arroz chega ser ridículo. Quem reclama deveria ir plantar e correr todos os riscos pra ver se é caro ou barato. O que é baixo é o poder aquisitivo da população, devido às injustiças da distribuição de renda desse país. Como superar essa situação que vez por outra afeta esse ou aquele produto alimentício no mercado? Produção, produtividade, trabalho. E isso o produtor sabe fazer, mas precisa de incentivo e segurança de renda. O resto o mercado e encarrega. (Trecho de matéria escrita por Ivan Ramos–Diretor Superintendente da Fecoagro)

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