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Reestabelecer a normalidade é prioridade, diz Governo do Estado

Sem pontos de bloqueios nas rodovias de Santa Catarina, os órgãos de segurança e secretarias do governo do Estado trabalham em conjunto para reestabelecer a ordem e garantir aos cidadãos sua rotina de trabalho e vida.

A ordem do governador Eduardo Pinho Moreira é manter a lei e fazer com que a vida dos catarinenses seja normalizada. Para isso as forças de segurança estão garantindo a passagem de veículo sem todas as rodovias, além de manter o direito de ir e vir das pessoas.

Outro ponto de atuação da Secretaria de Segurança Pública é ajudar a liberar os caminhoneiros que querem se desvincular do movimento.

Ações

Nesta quarta-feira as ações serão intensas para que a lei seja cumprida e tudo volte ao normal o mais rápido possível. A previsão é que até o fim de semana todas as cidades catarinenses tenham sua rotina normalizada. Nesse momento a união das pessoas vai ajudar a recuperar o tempo perdido.

Cidades como a capital Florianópolis, São José, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz e Biguaçu voltaram a receber combustível para abastecimento da população em geral a partir de base da Petrobras de Biguaçu. A PM também trabalhou na escolta de caminhões conteineres para o Oeste do Estado permitindo a armazenagem de animais abatidos em ambientes refrigerados e numa frota de caminhões com querosene a partir de Araucária (PR) para os aeroportos de Joinville, Navegantes e Florianópolis.

“A gente vem acompanhando o movimento desde o início, e percebemos que houve uma mudança de procedimentos, de ânimo e de atitude em relação à preservação da ordem. O movimento que parecia mais ordeiro, parece ter sido infiltrado por pessoas que têm utilizado estratégias violentas, de coerção e resistência, até mesmo às ordens legais, que têm inclusive causado confrontos”, disse o comandante geral da Polícia Militar, coronel Araújo Gomes.

Manutenção da ordem

“O Estado tem trabalhado com a garantia de fornecimento dos itens que consideramos essenciais e alguns críticos, durante a semana de paralisação. Foram intensas conversações a fim de manter determinadas rotas que considerávamos seguras pra esse tipo de manutenção, mas chegamos a um estágio agora que precisa de novas medidas”, destacou o secretário de Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior.

O secretário destacou ainda “que a lei há de ser cumprida em relação às liminares que temos recebido e o próprio abastecimento da população que chegou efetivamente ao seu limite.”  “Então as forças de segurança, principalmente, não evitarão esforços para manter uma corrente de abastecimento que tende a normalizar essa situação”, concluiu.

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